"Não traga piedade depois que o sol se for, nem venha com piedade porque piedade não é amor." Luiza Possi
Mostrando postagens com marcador exitante. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador exitante. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 9 de outubro de 2012

"Até o fim, até o fundo"

Eu quero tanto ser tua paz.

Eu quero tanto que você seja meu encontro.

Tenho tanto para dar, e preciso tanto receber. Quero precisar sem exigências...

Não quero pedir mais do que você tenha, assim como eu não te darei mais do que disponho, por limitação humana.

Mas o que tenho, é seu.

A noite ultrapassa a si mesma, encontra a madrugada e se desfaz todas as manhãs em dia claro... em tarde verde... em anoitecer e outravez em noite.

Fiquei... você sabe que eu fiquei. E ficarei até o fim... até o fundo.


 

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

"21 foi o número do quarto"

Ele chegou 8 minutos antes do combinado.

Estava usando aquele uniforme verde. Estava cheiroso como sempre.

Me acolheu como se tocasse em uma rosa. Naquele dia eu estava menos nervosa e me sentia mais segura.
No caminho para um local mais discreto, nosso cafofo como ele chamava o motel, eu começei a atiça-lo enquanto ele dirigia.

Eu estava de saia preta justa com uma fenda lateral até a metade da coxa, uma blusa de renda e um lenço vaporoso, esvoaçante no pescoço e salto agulha...

Se tivéssemos combinado não daria tão certo, ele de verde e eu de bolsa, lenço e sapatos verdes... *~*

Soltei o meu cinto de segurança e começei a tirar a calcinha, ali, no carro em movimento.

Ele me fitou com um olhar espantado e exitado.
Abri a calça dele e começei a tocá-lo das mais variadas formas.
Não via a hora de chegarmos ao nosso destino final.

Ele estava cada vez mais louco e notava que estava ficando difícil manter a direção. Eu estava embriagada com o gosto dele.

21 foi o número do quarto do dia... Desta vez nos embriagamos com vinho frizante e morangos.

Ele entrou afoito, tirou toda a roupa, como já era previsto.

Eu me preservei em uma linda camisola de renda preta.

As horas são poucas quando estou nos braços do homem que amo.

 
 

Este artigo pertence ao blog Meu lado insano e devasso. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do código penal.
Portanto pense bem antes de copiar qualquer conteúdo postado aqui sem minha expressa autorização!

 

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

"Ausência"

...Os dias passam muito devagar quando estamos longe.

Como diz a música:
 
"Porque é que tem tem que ser assim,
se meu desejo não tem fim.
Eu te quero a todo instante,
nem mil autofalantes vão poder falar por mim."
 
Foi assim que ela começou a sentir como era difícil superar a ausência. Ele era muito comprensivo, carinhoso, romântico, engraçado e paciente. Ela sabia de algum modo que ele nunca a machucaria.
Foi singela a maneira que ele a deixou quando teve que partir.
 

Ela estava gélida e mal podia respirar. Ele necessitava ir mas tinha vontade de ficar, de amar. Olhava para ela com ternura e percebia uma incerteza de desejo e dor. Em um gesto carinhoso, aquele homem segurou firme a mão trêmula dela, entrelaçando os dedos e pedindo para se acalmar.

Deu um último beijo ardente, maravilhoso e exitante.

Partiu!
 
 

Este artigo pertence ao blog Meu lado insano e devasso. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do código penal.
Portanto pense bem antes de copiar qualquer conteúdo postado aqui sem minha expressa autorização!

 
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...